À mercê do previsível.

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No retorno do Flamengo ao Engenhão após quase 2 anos longe do estádio, o time joga mal mas consegue mais uma vitória no Campeonato Carioca, numa tarde de chuvas no Rio de Janeiro.

Para enfrentar o Flamengo montado no tradicional 4-3-3, Gérson Andreotti mandou o Friburguense num 4-4-2 rotineiro. Assim foi a campo o rubro-negro escalado por Luxemburgo: Paulo Victor; Pará, Wallace, Bressan e Anderson Pico; Márcio Araújo, Canteros e Lucas Mugni; Gabriel, Marcelo Cirino e Eduardo da Silva.

O público presente hoje à tarde no Engenhão tem consciência de que viu uma das piores apresentações do Flamengo desde a chegada de Luxemburgo, em julho do ano passado. A culpa do pouco resultado não se deve apenas à falta de vontade mostrada pelo time. Luxemburgo também abriu mão de vencer o jogo por goleada quando resolveu mexer na equipe no segundo tempo.

Luiz Antônio, Jonas e Alecsandro tornaram o time bem mais lento e sem iniciativa, do que já estava. Lucas Mugni já é carta fora do baralho a um tempo. Quase não joga e quando entra, só anda, toca de lado e não cria jogadas – finalização então, nem se fala.

E em se tratando do resultado, o panorama seguiu ruim. Com 31 minutos de jogo, no primeiro tempo, o Flamengo já tinha uma vantagem de dois a zero no placar e devia tentar mais, se impor contra um adversário que dava brechas e não dificultava a vida do Flamengo.

O primeiro gol veio aos 5 minutos do primeiro tempo, quando Pará recebeu a bola na direita e cruzou no pé esquerdo de Marcelo Cirino, que só empurrou pro gol. O segundo, com Gabriel vindo pelo meio, enganando a marcação e achando o mesmo Marcelo Cirino entre a zaga do Friburguense. O atacante só teve o trabalho de ganhar na força e bater no meio do gol.

O Friburguense assustou pouco durante todo o jogo e dava muitas chances ao Flamengo, de conseguir uma goleada. O rubro-negro não soube tocar a bola com velocidade, enganar a marcação e criar mais chances ofensivas, ficando à mercê do previsível.

Curtas: Lucas Mugni, como já citado no texto, não dá mais; Pará e Anderson Pico não mostraram nada à torcida, senão que Léo Moura fará falta por um bom tempo; Luxemburgo errou nas substituições, mas em campo era notória a falta de vontade do time em atacar o Friburguense.

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