Considerações quase finais

Desde já, gostaria de agradecer a Deus a imensa sorte em ter nascido de coração Rubro-Negro. Assim, eu não preciso ter vergonha de usar uma camisa desonrada na rua, e de quebra tenho o direito e o dever de pensar grande. O nome do meu clube é escrito com letras douradas e garrafais na história do mundo. 
Quanto ao balanço anual, este foi até agora mais positivo do que negativo, ao meu ver. Apesar dos vacilos dos azuis, tivemos marketing ressuscitado, saúde financeira como foco, um título nacional para a conta. Infelizmente, o Brasileirão ainda rola, tendo como craques, advogados. Nem preciso retratar o meu desgosto em relação a isso tudo. Mas, ainda que não possamos pedir a conta do ano de 2013, 2014 chega aí para reacender as nossas esperanças, reavivar velhos projetos e dar início a outros tantos. Quase impossível não ter alguns desejos. Alguns novos. A maioria velhos e sempre atuais.
Desejo ardentemente :
Que nunca mais tenhamos um campeonato brasileiro tão longo.
Que não tenhamos que nos envergonhar por decisões arbitrárias ou sem critério.
Que nossas glórias na marra ou no fino da bola, se multipliquem. 
Que nossa garganta seja sempre o 12º jogador. 
Que as palmas das nossas mãos sejam sempre amparo do CRF.
Que heróis improváveis continuem surgindo sempre, para a alegria da Nação.
Que os cartolas do Mengo entendam que não se pode haver Fla sem pé nas origens.
Que a Nação Off Rio seja sempre lembrada.
Que as boas tradições não se rompam, ou se reatem.
Que o Fla olhe sempre pra frente, sem jamais esquecer o passado.
Que o nosso Manto sempre sustente a nossa mística, e nos ampare em momentos de dificuldade.
Que o Fla inicie uma nova era de vitórias, tendo como marco inicial o Tri da Copa do Brasil.
Que o mundo volte pra sala de troféus da Gávea.
Acaba logo 2013. Ano de vitórias chegando.

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