E aí, vamos pensar?

Falar do Flamengo hoje é difícil para qualquer torcedor, pois é impossível falar algo de positivo deste time. Analisar o último jogo nem é preciso, basta ver a leitura dos jogos passados, mas ressaltando que neste não empatamos nem vencemos ou seja, mais do mesmo!
Esse time do Flamengo pode ser comparado ao Cérebro humano cujo os jogadores podem ser ilustrados aos neurônios que são responsáveis pelas açõesque refletem no corpo. “Os neurônios cooperam entre si interagindo uns com os outros, pois cada neurônio do cérebro humano está ligado a centenas ou milhares de outros neeurônios”. Subentende-se que entre si, há uma sincronia dos neurônios para que tudo funcione corretamente. E por que esta analogia? Vou explicar no próximo parágrafo.
Na minha analogia, comparo os jogadores aos neurônios do cérebro humano e explico o funcionamento básico e perfeito dos neurônios. O time de Joel é totalmente ao contrário! Entre os jogadores do Flamengo parece não haver cooperação, ligação e sincronia. E o mais importante: falta o neurônio que pense, digo, meia de ligação (Jogador), aquele que vai municiar o ataque e com inteligência, ditar a cadência e o ritmo de jogo. Não temos esse homem, digo, neurônio!
Segundo os cientistas, quando um neurônio ou uma célula morre, ela não se regenera, mas no futebol sabemos que não é assim. Podemos ter esse meia, aliás temos e está na base, não na base do cérebro, mas nas categorias de base do Flamengo. Aliás, por pressão, eles vem sendo relacionados, porém, não é assim que se aproveitra a prata da casa.
Neste jogo contra o Grêmio, não ameaçamos ofensivamente com a bola rolando, só em bolas paradas. Não levamos uma goleada porque Paulo Victor estava num bom dia e em alguns momentos também contamos com a sorte. Não conseguimos dar quatro passes consecutivos certos. Não que os jogadores sejam tão ruins no fundamento, a questão é a formação que está sendo usada. Se bem que o Airton e o Renato erram passes demais.
Ainda há tempo de consertar as coisas e para mim e medida deve começar no banco. Talvez, Joel tenta perdido os neurônios que o fazem pensar quando saiu do Flamengo em 2008 para esquentar o banco do Parreira na África do Sul. Pior é dizer que gostou da atuação da equipe e garanti-lo na briga pelo título. Jogando assim não vamos muito longe!
Há alguma novidade no que falei até agora? Há alguma diferença do que ocorreu contra o Grêmio dos jogos passados? Tenho certeza que você concorda que nada mudou! Voltando a minha analogia do Flamengo com o cérebro humano, afirmo que estamos parecendo mais um cérebro com sérios distúrbios cheios de problemas crônicos!
Como o futebol, o cérebro é um campo um tanto complexo. Como acontecem várias coisas no cérebro, há estudos em diversos campos diferentes. O futebol que também é matéria de estudo, nos proporciona emoções tais como ver o pequeno vencer o grande, o pior o melhor e por isso arrebata multidões. É bom que o nosso cérebro volte a funcionar, digo, o Flamengo, que os nossos neurônios funcionem, digo, os jogadores, pois o cérebro que sofrerá será o nosso com uma terrível e temida esquisofrênia!

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