Jornalista Renato Zanata Arnos lança biografia de Adílio

Capa do livro
Em “Adílio camisa 8 da Nação”, que será lançado no dia 13 de maio, na Travessa de Ipanema, a partir das 19h, Renato Zanata Arnos detalha a trajetória de um dos maiores jogadores do futebol brasileiro em sua posição. Para contar o que Adílio era capaz de apresentar nos gramados, o autor analisou minuciosamente dezenas de videoteipes de partidas que tiveram o atleta em campo. 
Editado pela iVentura, com um relato leve e descontraído, Zanata retrata o que foi a carreira brilhante deste craque hábil, versátil, rápido e que sabia fazer gols. Não chutava forte, mas tinha posicionamento na área adversária que mais parecia de atacante. 
A obra que é uma biografia autorizada do jogador tem prefácio de Mauro Cezar Pereira, orelha de Washington Rodrigues, o Apolinho, e quarta capa de Fernando Calazans.
De acordo com Rodrigues, o jogador parecia flutuar em campo, alternando dribles incríveis em espaços reduzidos, criando situações claras de gol para os companheiros, com jogadas individuais que surpreendiam os marcadores e levantavam a massa torcedora. 
Para Mauro Cezar, Adílio fez história, escrevendo alguns dos mais importantes capítulos da trajetória do time mais popular do Brasil, e por causa disso, merecia mais do que uma música. Merecia um livro. Agora ele tem. 
Já Calazans declara que Adílio foi um desses jogadores que estão ficando cada vez mais raros no futebol brasileiro. Porque fazia tudo que um jogador deve fazer no meio-de-campo. Marcava, protegia a defesa. De posse da bola, organizava o time, montava a jogada de ataque, o lance do gol. 
Com o desenrolar das páginas e das conquistas, o leitor constata que Adílio foi um baita jogador. Ainda assim, a obra não traz superlativos. Apenas tenta recontar uma história repleta de glórias, que por si só se encarregam de enaltecer o jogador. Afinal, Adílio encantava até os torcedores adversários pela facilidade de se expressar com a bola nos pés. 
A livraria da Travessa em Ipanema fica na Rua Visconde de Pirajá, 572.

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