Jurídico pede que torcida Fla USA pare imediatamente de utilizar as marcas do CRF e o nome Flamengo

No dia 20 de julho de 2020, enquanto Jorge Jesus se despedia do Flamengo para retornar a Portugal em confraternização no CT, outro fato importante também ocorria. Na mesma data, os responsáveis pelas Embaixadas e Consulados do Flamengo, recebiam com obrigação de assinatura, o novo “Código de ética e conduta” e o “Regulamento interno”. Neles, alguns artigos e diretrizes chamaram a atenção: A partir da anuência dos Embaixadores e Cônsules, eles não poderiam mais usar a marca, o símbolo ou distintivos do clube sem autorização prévia.


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Muitas das Embaixadas e Consulados se irritaram com diversas cláusulas. No entendimento deles, o número de deveres é maior do que os direitos, mas nada gerava mais chateação do que a proibição de produzir materiais próprios. Para fazer isso, qualquer filiado ao projeto teria que passar a pagar royalties ao clube, que por tabela já negociava com a Braziline a produção de material, venda e repasse desses valores ao Fla.

Leia a matéria completa: Cobranças geram desligamento de embaixada, e Flamengo ameaça ação judicial contra grupo de torcedores dos EUA

Foto: Divulgação/Fla-USA NE

Por Tulio Rodrigues (@PoetaTulio)

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