Pra pegar confiança.

Ficha técnica:
Escalação do Flamengo: Felipe; Léo Moura, Welinton, González, Ramon; Cáceres, Luís Antônio, Renato; Negueba, Thomás, Vágner Love. Esquema: 4-3-3. Técnico: Dorival Júnior.
Escalação do Vasco: Fernando Prass; Auremir, Dedé, Douglas, William Matheus; Nilton, Wendel, Juninho Pernambucano, Felipe; Alecsandro, Éder Luís. Esquema: 4-4-2. Técnico: Cristóvão Borges.
Estádio: Engenhão. | Público presente: 19.469 | Público pagante: 15.459 | Renda: R$ 403.835
Placar: Flamengo 1 x 0 Vasco | Gol(s): Vágner Love 37’ 1º tempo.
Cartões amarelos: Léo Moura, González, Adryan, Negueba(Flamengo). Nilton, Felipe, Carlos Alberto, Alecsandro(Vasco).
Arbitragem: Marcelo de Lima Henrique. Auxiliares: Dibert Pedrosa Moisés, Rodrigo Pereira Joia.
Anteontem mesmo, eu dizia: “Certeza que esse Flamengo x Vasco, será um jogo aberto.” E foi! Flamengo voltava reforçado. Cáceres no lugar de Ibson, como volante e lá atrás, González ao lado de Welinton, compondo a zaga.
Acho que não será erro em dizer que o jogo começou bom. Mesmo com os vários erros de passes, Flamengo e Vasco estavam soltos em campo. Diferentemente de quando enfrentamos o Palmeiras, o meio de ontem, contra o Vasco, estava bem armado. Não existia uma avenida em que o Vasco brincava de ser feliz. O Flamengo demorou um campo pra sair, mas quando saiu, assustou!
Primeiro em ótima jogada pela ponta direita, em que Luís Antônio apareceu bem posicionado. Love estava em baixo, livre. Era só tocar nele. Luís preferiu bater dali mesmo. Pra fora.
Em outra oportunidade, o Flamengo apertou a saída de bola do Vasco. Dedé enrolou-se ao tentar dominar a bola e quase entregou o presente à Negueba. Uma pena que o garoto não conseguia o domínio e deixou a chance escapar.
Pelo lado do Vasco, tivemos sustos também. Mas nada de alarmante.
Éder Luís avançou pela esquerda, passou por Ramon e na tentativa de chutar ou tocar para um companheiro, chutou o chão – na frente do árbitro que fica atrás do gol – e ficou pedindo pênalti. Pra quê isso, Éder?
Em seguida, o mesmo Éder, arranca pelo meio e só é parado com falta, próximo à grande área. Juninho cobrou bem, mas a bola subiu um pouco.
Aos 30, talvez o lance de maior perigo do Vasco na partida. Juninho cobrou falta, Alecsandro cabeceou, Felipe defendeu uma vez; tinha a bola em suas mãos e bisonhamente deixou escapar, a bola ainda bateu no travessão e só quando Douglas e Dedé, se enrolaram para finalizar, a zaga conseguiu afastar.
Momentos depois, Wendel recebeu na entrada da área e bateu cruzado, para defesa de Felipe.
O Vasco era melhor, porém foi o Flamengo quem gritou “gol”. Em jogada pelo meio, Ramon avança sem medo; passa pela marcação e bate; Prass espalma na frente de Love; que apenas empurra pro fundo do gol.
Assim, acabava o primeiro tempo.
No retorno, apenas o Vasco mexeu. Cristovão mandou Carlos Alberto à campo, no lugar de Felipe.
O Vasco neste momento, até esteve melhor de novo. Carlos Alberto em duas jogadas, perdeu boas chances. Na primeira, chutou para boa defesa de Felipe; na segunda, assustou-se com a bola que sobrou limpa após cobrança de escanteio e desperdiçou.
Aos 28, Love marcaria mais uma vez. Porém, impedido estava.
Dorival resolveu mandar a campo, Adryan, no lugar de Thomás. Enquanto isso, o Vasco, já nervoso, insistia em bolas alçadas na área. Todas com Juninho.
Já perto do fimzinho, um lance que nem tenho palavras pra descrever. Aliás, tenho. Mas não posso colocar aqui!
Adryan avança pela direita e cruza rasteiro. A zaga falha e Léo Moura livre, apenas tinha a tarefa de empurrar pra dentro. Sem enrola com a bola e desperdiça. Deivid que estava no campo, ficou paralisado por minutos – lembrando um feito parecido que ocorreu com ele; Dorival enrolou-se com as substituições e sorte do Léo Moura que o jogo estava 1 a 0 e assim permaneceu.
O Vasco ainda tentou na base do desespero, empatar. Prass ainda pra área e quase toma o gol no contra-ataque. Mas assim ficou mais um “clássico dos milhões”.
Um Flamengo que, ainda não está no seu ponto ideal. Mas já teve um teste de fogo pra mostrar que pode incomodar na parte de cima da tabela. Vinha de derrota pro Palmeiras, o que poderia ter abalado a equipe. Não aconteceu!
Agora, terá mais 1 teste de fogo pela frente. Botafogo, no domingo, “em casa”. E digo: O time pode não estar ótimo, brilhante, mas esse resultado foi ótimo pra pegar confiança e seguir em frente. 
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