Os detalhes da Reforma Tributária em que SAFs pagam menos que clubes associativos após vetos de Lula

A sanção da Lei Complementar 227/2026 manteve vetos que resultaram em carga tributária aproximada de 6% para as SAFs e superior a 15% para clubes associativos, incidindo sobre receita bruta.

A diferença cria desvantagem competitiva para entidades sem fins lucrativos e pode afetar investimentos em modalidades olímpicas, segundo dirigentes como os do Flamengo.

Especialistas apontam que a assimetria funciona como incentivo indireto à migração para o modelo empresarial, ampliando o debate sobre o futuro estrutural do futebol brasileiro.