Vamos para mais um jogo em que prossegue a nossa saga peregrina por esse Brasil! Vamos jogar fora de casa? Em casa? É campo neutro? Não sei… E já que a discussão agora é sobre o fato de o Flamengo mandar seus jogos fora do Rio de Janeiro, vamos aos fatos.
Será que, se o Flamengo tivesse vencido Santos e Ponte Preta, estaríamos levando isso em consideração? Também não sei. Mas acredito que essas viagens constantes devam prejudicar a equipe fisicamente. Só acho!
A equipe para este jogo contra o Náutico terá alguns desfalques por conta das convocações de jogadores que vão disputar a Copa das Confederações por Chile e Bolívia — nos casos de González e Marcelo Moreno, respectivamente. João Paulo deve continuar no lugar de Ramon. E, por pior que seja o João Paulo, ele ainda é bem melhor que o Ramon. No lugar do González, entra o fraco Wallace, e, no lugar do Moreno, o Hernane.
Ao que parece, Jorginho deve promover mais mudanças na equipe, como a entrada do Paulinho no lugar do Rafinha. Essas mudanças que não são forçadas por questões externas, como nos casos de González e Marcelo Moreno, só provam que Jorginho está mais perdido que o Confuso Sobrinho do programa Pânico. Isso também mostra que a equipe está longe de ter um padrão tático e um time que possamos chamar de titular.
FICHA TÉCNICA
FLAMENGO x NÁUTICO
Estádio: Orlando Scarpelli, em Florianópolis (SC)
Data/hora: 05/06/2013, às 22h (de Brasília)
Árbitro: André Luiz de Freitas Castro (GO)
Auxiliares: João Patrício de Araújo (GO) e Marco A. Mello Moreira (GO)
FLAMENGO: Felipe, Léo Moura, Renato Santos, Wallace e João Paulo; Luiz Antonio, Elias, Renato e Gabriel; Paulinho (Rafinha) e Hernane.
Técnico: Jorginho.
NÁUTICO: Felipe, Maranhão, João Filipe, William Alves e Josa; Auremir, Martinez e Marcos Vinícius; Jones Carioca, Rogério e Caion.
Técnico: Levi Gomes.
Transmissão: TV Globo e PFC
Pitadas da Anitta:
- Qualquer atitude do Renato que não fosse um pedido de desculpas, pelo menos pra mim, soaria como falta de respeito com a torcida. Fez o gol de empate no último jogo? Pô, legal. Mas o Flamengo paga seu salário justamente para que ele faça isso em campo. Não digo que é obrigação fazer gols, mas sim se empenhar e dar o melhor pela equipe.
- O discursinho besta e torpe após o jogo só prova o quanto o Renato manda na equipe.
- Hoje li uma notícia da qual gostei muito: o Flamengo levou uma chamada da Adidas e da Caixa por o Renato Abreu ter comemorado o gol sem camisa. Ao que parece, a diretoria deu uma bronca no jogador — o que é natural, já que hoje o profissionalismo rola na Gávea. E as empresas investem seu rico dinheirinho justamente para expor suas marcas, principalmente nesses momentos em que todo mundo está olhando: o momento do gol.
- Aí vão dizer que estou criticando o cara que mudou o último jogo, no momento em que estávamos perdendo. Sim! Como disse acima, o Renato não fez mais que sua obrigação. Quero ressaltar que seria bem mais útil se ele entrasse no decorrer dos jogos.
Anitta Buarque