A presença de um dos maiores nomes da história do futebol brasileiro na cobertura da próxima Copa do Mundo ganhou contornos oficiais. A ESPN confirmou a contratação de Zico como novo integrante do time de comentaristas da emissora para o torneio que será disputado nos Estados Unidos, México e Canadá. O ex-jogador participará da programação com análises e comentários, sobretudo nos jogos da seleção brasileira, contribuindo diretamente do Rio de Janeiro.
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A escolha não é apenas simbólica. Trata-se de incorporar à cobertura uma leitura de jogo construída ao longo de décadas dentro do futebol, seja como protagonista em campo, seja como treinador ou integrante de comissões técnicas. Será a primeira vez que o ex-camisa 10 atua como talento da ESPN, reforçando um elenco que contará com profissionais espalhados pelas sedes da competição, além de programas diários voltados à repercussão do torneio.
A trajetória que legitima a escolha
Falar de Zico é revisitar capítulos importantes do futebol brasileiro. Principal nome da geração que marcou as Copas de 1982 e 1986, o ex-meia participou de cinco edições do Mundial, três como atleta e duas fora das quatro linhas. Em 1978, ainda jovem, já figurava entre os convocados. Nos anos seguintes, tornou-se o centro de um time que encantou o mundo pela proposta ofensiva e técnica.
Depois da carreira como jogador, seguiu ligado ao futebol em diferentes funções. Em 1998, integrou a comissão técnica da seleção brasileira comandada por Zagallo, período que também ficou marcado por episódios de bastidores, como a polêmica envolvendo o corte de Romário. Mais tarde, assumiu o comando da seleção do Japão na Copa de 2006, ampliando sua experiência internacional.
Essa bagagem ajuda a explicar o movimento da emissora. Ao trazer Zico, a ESPN adiciona não apenas um nome de peso, mas uma voz com vivência direta em diferentes contextos de Copa do Mundo.
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O papel na cobertura
A participação do ex-jogador será voltada especialmente às análises envolvendo o Brasil, ainda que sua presença dialogue com o cenário geral da competição. A proposta é utilizar sua leitura tática e experiência para qualificar o debate em programas como o “F90”, o “Futebol no Mundo” e o tradicional “Linha de Passe”, que seguirão com edições especiais durante o torneio.
Além disso, a emissora planeja uma cobertura robusta, com equipes in loco nas três sedes, produção diária de conteúdo e acompanhamento dos bastidores. Dentro desse contexto, a presença de Zico funciona como um elo entre o passado e o presente do futebol brasileiro, oferecendo uma perspectiva que vai além do comentário imediato.
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Um nome que atravessa gerações
Ídolo máximo do Flamengo e figura central na história do esporte no país, Zico chega à cobertura em um momento em que a seleção brasileira ainda busca reafirmação em Copas do Mundo. Sua presença, portanto, carrega também um componente simbólico. Representa uma geração que ficou marcada pelo estilo de jogo, ainda que sem a conquista do título.
Ao mesmo tempo, sua entrada no time da ESPN indica uma aposta em conteúdo mais qualificado, ancorado em experiência prática. Em um cenário cada vez mais competitivo entre as transmissões esportivas, nomes com esse tipo de trajetória tendem a ter papel relevante na construção de audiência e credibilidade.
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