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Betano entrega obra exclusiva ao Flamengo para celebrar tetracampeonato continental no Maracanã

Betano entrega obra exclusiva ao Flamengo para celebrar tetracampeonato continental no Maracanã

Foto: Divulgação/Flamengo

O Flamengo recebeu, na noite de quinta-feira (26), no Maracanã, uma homenagem que transforma título em memória física. Antes da partida de volta contra o Lanús, pela Recopa, a Betano entregou ao clube uma camisa artística criada para celebrar o tetracampeonato da Libertadores, consolidando o Rubro-Negro como o brasileiro com mais conquistas no torneio.


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A peça foi idealizada pela patrocinadora e executada pelo artista francês Matthias Hamzaoui, conhecido internacionalmente por suas pinturas hiper-realistas em uniformes de futebol. O objetivo era claro: produzir algo que não ficasse restrito ao instante da taça erguida, mas que pudesse atravessar décadas como registro simbólico de uma era vitoriosa.

A entrega ocorreu momentos antes do jogo decisivo, em cerimônia reservada. O diretor de relações institucionais da Betano no Brasil, Guilherme Figueiredo, passou a obra às mãos do presidente Luiz Eduardo Baptista, o Bap, que confirmou o envio da camisa ao acervo do Patrimônio Histórico do clube.

A construção da homenagem

Parceira do Flamengo desde agosto do ano passado, a Betano planejou a ação com antecedência. Segundo Manos Stefanopoulos, Head de Marketing e Social Media da empresa, a ideia era criar um objeto tangível que marcasse a conquista. Ele afirmou que a marca buscou unir esporte e arte em mais uma ativação, respeitando símbolos tradicionais do clube. Por isso, optou-se por não utilizar o uniforme rubro-negro tradicional, preservando a identidade que a torcida associa à bandeira.

Na pintura, Arrascaeta, Pedro, Varela e De La Cruz aparecem ao lado do troféu, compondo uma cena que remete diretamente à final de 2025. A escolha dos personagens dialoga com o protagonismo técnico da equipe na campanha e reforça o caráter coletivo da conquista.

Guilherme Figueiredo definiu a obra como um tributo que ultrapassa o convencional. Para ele, a criação de Hamzaoui captura a atmosfera da Nação em um momento histórico e se encaixa na proposta da parceria entre empresa e clube.

Do ateliê ao acervo histórico

Hamzaoui tornou-se figura cultuada no universo esportivo por transformar camisas em telas dignas de galeria. Trabalhos seus já foram compartilhados por nomes como Lionel Messi e Harry Kane, além de atletas brasileiros como Marquinhos e Estêvão. Ao aceitar o convite para retratar o Flamengo, o artista realizou seu primeiro projeto direto com um clube brasileiro.

Ele declarou que espera que a camisa desperte lembranças da final tanto no presente quanto no futuro, desejando que a peça se incorpore à história rubro-negra. A fala sintetiza o espírito da iniciativa: não se trata apenas de marketing esportivo, mas de memória institucional.

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O tetra e seu significado

A quarta conquista continental reforça um ciclo recente de protagonismo internacional do Flamengo. Desde 2019, o clube consolidou presença frequente em decisões sul-americanas, ampliando receitas, fortalecendo a marca e atraindo novos parceiros comerciais.

Nesse contexto, a homenagem surge como desdobramento natural de um período de expansão. Ao transformar o Manto em obra de arte, a ação conecta a vitória em campo à narrativa de grandeza que o clube busca sustentar fora dele.

Entre marketing, simbolismo e história, o resultado é uma peça que deixa de ser apenas uniforme e passa a ocupar espaço permanente na memória oficial do Flamengo.

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