Camisa do Flamengo 2026: diferenças da nova tecnologia da Adidas entre a versão de jogador e a camisa de torcedor

Camisa do Flamengo 2026: diferenças da nova tecnologia da Adidas entre a versão de jogador e a camisa de torcedor
Fotos: @CRFMATTOS

A nova camisa do Flamengo para a temporada 2026 é objeto de debate entre torcedores não apenas pelo visual, mas pelas diferenças técnicas entre as versões que chegam às lojas no próximo dia 16. A comparação entre a camisa utilizada pelos jogadores em campo e a destinada ao público ganhou relevância às vésperas do lançamento oficial, quando Adidas e clube apresentam ao mercado dois produtos distintos, pensados para usos igualmente diferentes.


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A discussão passa, antes de tudo, pela tecnologia. A versão de jogo, chamada de Authentic, mantém o padrão Climacool+ de elite, desenvolvido para performance máxima. Trata-se de um tecido com estrutura de malha quadrada avançada, leveza extrema e evaporação quase imediata do suor, pensado para reduzir peso, atrito e interferências durante os 90 minutos. É a camisa que o atleta veste no gramado, com foco absoluto em rendimento físico.

Já a versão torcedor segue outro caminho. O modelo adota a tecnologia Climacool padrão, substituindo o antigo Aeroready, com prioridade para conforto térmico, respirabilidade e resistência. O tecido, produzido em poliéster 100% reciclado, reforça a proposta sustentável da Adidas e foi desenhado para suportar lavagens frequentes e uso cotidiano, seja no estádio, seja fora dele. A diferença não está apenas no discurso, mas na própria construção da peça.

Os detalhes visuais também ajudam a separar claramente os dois produtos. Na camisa Authentic, o monograma CRF e a logomarca da Adidas aparecem com efeito holográfico tridimensional, aplicação ultraleve e proteção UV antifalsificação. É um acabamento tecnológico, sofisticado, mas naturalmente mais sensível ao desgaste. Na versão torcedor, o caminho é o bordado tradicional, com relevo clássico e maior durabilidade, mesmo após sucessivos ciclos de lavagem.

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As três listras, elemento central do design da Adidas para o ciclo 2026/27, também seguem lógicas diferentes. No uniforme de jogo, elas são integradas diretamente ao tecido, com microperfurações a laser que permitem ventilação constante e reduzem o atrito com a pele. No modelo torcedor, as listras são aplicadas em tecido sólido sobre os ombros, preservando a estética icônica, mas priorizando resistência estrutural.

Outros acabamentos reforçam essa distinção. A camisa autêntica aposta numa construção minimalista, com gola mais leve, ausência de fitas internas e materiais de malha aberta em áreas de maior calor, como punhos e pescoço. A réplica, por sua vez, traz costuras mais robustas e acabamento pensado para conforto prolongado, sem perda de forma ou cor ao longo do tempo.

Um detalhe simbólico ajuda a identificar cada versão: o selo de autenticidade. Presente apenas na camisa de jogo, ele certifica que a peça é idêntica à utilizada pelos atletas, funcionando como um carimbo de exclusividade e colecionismo. A versão torcedor não traz esse emblema, justamente por se posicionar como produto de consumo diário.

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A escolha entre uma e outra passa menos pela estética e mais pelo objetivo de quem compra. A camisa autêntica costuma atrair colecionadores e torcedores que valorizam inovação, tecnologia de ponta e o vínculo direto com o que é usado em campo. Já a versão torcedor atende quem busca custo-benefício, conforto e praticidade para o dia a dia, sem abrir mão da oficialidade.

Há ainda um ponto que merece atenção: nem sempre as duas versões são idênticas em todos os detalhes de design. Em temporadas recentes, como no terceiro uniforme de 2025, diferenças sutis em gola, mangas e aplicação do escudo ficaram visíveis quando as peças foram comparadas lado a lado. Para 2026, a expectativa é de proximidade visual maior, mas a confirmação definitiva só virá com o lançamento.

As lojas oficiais do Flamengo devem receber ambas as versões já no dia 16. A partir daí, o torcedor terá diante de si não apenas uma camisa, mas duas propostas distintas de vestir o rubro-negro, cada uma fiel ao seu propósito.

MAKING OF DA NOVA CAMISA 3 DO FLAMENGO

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Por Tulio Rodrigues (@PoetaTulio)

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Tulio Rodrigues

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